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Cruzeiro boicotado pela Globo e CBF?

julho 16, 2009

ERRATA:

Caros Leitores da Magazine Wopaaa,

A reportagem de F.Menino a respeito do Cruzeiro ter sido boicotado pela Globo e pela CBF, (Confira na íntegra foi mal interpretada. A intenção de nosso editor F.Menino, ao relatar este assunto, foi devido ao fato do jogo não ter sido transmitido para as capitais de Rio e São Paulo. Como relatou o nosso leitor, Rafael Ferreira:

A questão não foi ter passado o jogo em todo país e sim não ter passado no rio e são paulo.. além de não dar a cobertura que este jogo merecia.. pô final de libertadores…

Pedimos as sinceras desculpas à quem interpretou de forma errônia  a intenção de nosso editor, F.Menino. Continue acompanhando a Magazine Wopaaa!

Equipe Magazine Wopaaa!

Agência / Agência Estado

A noite de quarta-feira foi marcada pela grande final da Libertadores, envolvendo Cruzeiro e Estudiantes. Final esta, que culminou na vitória do Estudiantes e no seu Tetracampeonato na Libertadores. O que não deu pra se compreender, foi como a Rede Globo deixou de transmitir esta finalíssima para todo o Brasil.

O Jogo que iria ao ar a partir de 21:50 – horário de Brasília -, não teve o tratamento que merecia. No mesmo horário, era transmitido para Rede Globo São Paulo o clássico Flamengo x Palmeiras, enquanto que para o Rio de Janeiro e o restante do Brasil, estava sendo transmitido Internacional x Fluminense direto de Porto Alegre. Já a grande final da Libertadores da América, passou somente para o estado de Minas e Rio Grande do Sul e parcialmente para alguns outros estados, o que contradiz a conduta da Rede Globo nos anos anteriores. Isto é, dar destaque aos times brasileiros que chegam a final, transmitindo a grande final para todo o Brasil. Para entender essa contradição, vai então algumas informações das finais anteriores:

  • 2002 Olimpia x São Caetano

Transmissão dos dois jogos da final para todo o Brasil, com todos os holofotes voltados para o São Caetano.

  • 2003 Boca Juniors x Santos

Transmissão de ambos os jogos da final para todo o Brasil, com todo o destaque para o Santos.

  • 2004 Once Caldas x Boca Juniors

Por não haver times brasileiros na final, a Rede Globo não transmitiu esta final.

  • 2005 São Paulo x Atlético Paranaense

Finalíssima entre dois times brasileiros. Não tinha como não ser transmitido para todo o Brasil.

  • 2006 Internacional x São Paulo

O mesmo caso anterior. Só que com destaque ainda maior, por se tratar de dois gigantes tradicionalíssimos do futebol brasileiros.

  • 2007 Boca Juniors x Grêmio

A Rede Globo cobriu a final tanto na La Bombonera quanto no estádio Olímpico, sendo ambas partidas transmitidas pra todo o Brasil.

  • 2008 LDU x Fluminense

Todo o destaque da imprensa para o Fluminense. Também transmissão em rede nacional.

  • 2009 Estudiantes de La Plata x Cruzeiro

Rede Globo transmite esta final somente para o estado de Minas e Rio Grande do Sul, ignorando uma transmissão em ambito nacional.

Razões para que este jogo tivesse um maior destaque não faltavam. O Cruzeiro que apresenta o futebol mais vistoso do Brasil, contra o Estudiantes, o futebol mais eficiente na atualidade – diga-se de passagem – do futebol Argentino, a rivalidade Brasil e Argentina, o fato desta edição de Libertadores ser a 50ª, etc. Tudo isso só mostra o quanto esta final era e foi especial. Além de tudo, sem contar o fato de que o Cruzeiro é a 7ª maior torcida do Brasil, segundo o Ranking das maiores torcidas do Brasil (Ibope). E um time de tamanha grandeza no futebol brasileiro, ser ignorado de tal forma não é algo que se aceite. Mais que isso, podemos dizer que também houve incoerência por parte da CBF, em não adiar esta 11ª rodada do Brasileirão. Ou já ter se antecipado nesta decisão, quando ainda se organizava o calendário 2009. E não tem como numa hora dessas, justificar esse não adiamento alegando que o calendário do futebol brasileiro está saturado.

Fora que segundo aos dados do Ibope, a Globo perdeu por vários instantes em São Paulo nos ínidices de audiência para a Record, que transmitia no mesmo horário o Reality Show A Fazenda. Cabe aqui a pergunta: “Por que decidir não transmitir esta final para todo o Brasil?”

Nesta noite de Quarta, torcedores que não conseguiram garantir seu ingresso pra finalíssima no Mineirão e também os que não possuem acesso a TV por assinatura ou Internet Banda Larga, ficaram sem a oportunidade de acompanhar este jogão. E isso é um absurdo, se tratando de uma competição tão tradicional como a Libertadores e uma Rede de Televisão tão experiente como a Globo.

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Drogas Licitas ou Ilícitas?

julho 13, 2009

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A legalização das drogas sempre foi muito discutida no mundo, mas existem usuários que consideram o assunto praticamente encerrado, coisa do passado, como mostra a reportagem publicada na Revista “O Globo” deste domingo. Eles já compram e usam substâncias entorpecentes sem infringir a lei. São os consumidores das chamadas “Legal”, “highs“, uma nova geração de drogas fabricadas em laboratório a partir de substâncias sintéticas que reproduzem os efeitos de maconha, cocaína, ecstasy, LSD. Mas que não contêm nenhum componente proibido pela legislação.

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No caso da maconha, por exemplo, o princípio ativo presente nas folhas da Cannabis Sativa, conhecido como THC, sai de cena para ser substituído por um composto sintético, que posteriormente é misturado a outras ervas. Esse mix resulta em produtos como o Spice, a mais popular entre as versões genéricas da maconha comercializadas em diversas lojas, principalmente na Europa (no Brasil, já existem três sites vendendo). Quase sempre, as legal highs vêm em embalagens com logotipos coloridos, que lembram pacotes de figurinhas. O embrulho de Raz, outro produto à venda, remete às tradicionais caixas de sabão em pó e apresenta o slogan: “Now even whiter than white” (”agora, ainda mais branco do que o branco”), em uma alusão à cocaína. Entre seus concorrentes estão marcas como Snow Blow e Charge +. O cardápio é cada vez mais variado. Há uma extensa lista de produtos para todas as versões de drogas ilícitas.

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Com visibilidade crescente, o comércio de legal highs despertou a preocupação de autoridades da União Européia e começou a ganhar destaque no noticiário local. Na semana passada, a emissora inglesa BBC exibiu um documentário com uma hora de duração intitulado “Can I get high legally?” (”Posso me drogar legalmente?”).

A resposta dos governantes tende a ser não. Prevalece a tentativa de controlar o avanço dessas novas substâncias – uma missão nada fácil, aliás. No verão europeu, as legal highs são vendidas em larga escala em festivais de música como o Glastonbury, que reuniu 190 mil pessoas no oeste da Inglaterra, há duas semanas. E, durante todo o ano, elas estão nas prateleiras de lojas variadas, como pontos de venda de revistas em quadrinhos e lanchonetes. Podem ser compradas, inclusive, com cartão de crédito.

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Ressaltamos que a “Magazine Wopaaa! | Um pouco de tudo ou nada!” NÃO apoia o uso destas Novas Drogas.

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