Archive for the ‘Finanças’ category

Profeta Google

setembro 28, 2009

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Já foi tempo de Pai de Santo, Mãe Diná, Bola de  Cristal, Sorte ou Azar. Nos dias de hoje o real responsável pela previsões é Hal Varian. Não sabe quem é? Pode parecer estranho, mas navegando pela internet, descobri que dentro da empresa Google, existe um cargo de Chief Economist, que atualmente está ocupado pelo professor  Hal Varian da Cal, que tem como principal função é ajudar a empresa a regular os mecanismos virtuais e sistemas do AdWords. Além disto, Varian chefia a cultura do Google de que é testando pequenas alterações com uma parcela dos zilhões de usuários do site que o site evolui gradualmente.

A pouco tempo Varian declarou que a economia dos EUA começara a dar sinais de recuperação. Me perguntei. Como ele sabe? Varian enxerga uma mudança nos termos buscados pelas pessoas no Google. O Google possui cerca de 70% do mercado de buscas nos EUA (e 89% no Brasil), mais um Chief Economist capaz de fazer  um levantamento correto de tudo que passa pela caixa de busca. Varian definitivamente tem um pé no futuro, no sentido literal. Seus investidores e diretores tem acesso ao sentimento das pessoas, em tempo real. (Logo abaixo segue uma tabela com todos os valores percentuais do mercado de busca do Google no mundo.)

Seria essa a explicação da calma dos investidores-chefe do Google em gerar um modelo de negócio? Eles não precisam de um modelo de negócio. Eles tem na mão uma gigante e poderosa bola de cristal.

Mercado de Busca do Google no mundo –  https://spreadsheets.google.com/ar?id=pLaE9tsVLp_0y1FKWBCKGBA.14824060967796407989.6878291114601177165&action=1&tile=0&rpert=20&tfe=vb_132&gsessionid=01LX_Pjx5ig&srow=0&erow=60&fprt=false&scol=0&ecol=6

Hal Varian ensina como funciona o sistema de busca do Google: http://www.youtube.com/watch?v=vYVSK6gDCmU

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Como otimizar seu tempo

setembro 19, 2009

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Torne-se mais produtivo em seu dia-a-dia usando as dicas de gestão de tempo elaboradas pela consultora de Marketing Pessoal, Maura Cruz Xerfan:

1- Ao final de cada dia, limpe sua mesa e já planeje as atividades do próximo dia.

2 – Faça seu “to do list” e determine o tempo que irá utilizar em cada atividade

3 – Destaque as prioridades e comece por elas

4 – Considere imprevistos em seus planejamentos

5 – Comece pelas tarefas mais entediantes e desgastantes, pois você está com mais energia

6 – Estabeleça prazos e conte com ajuda da tecnologia para ser “despertado” dos horários importantes

7 – Tudo deve ter horário reservado. Retorno de ligações, e-mails, pausas de café, conversas com a equipe, descansos. Só não estão previstas as emergências (verdadeiras).

8 – Aprenda a dizer não. Nem sempre abraçar o mundo é sinônimo de competência e pode muitas vezes fazer sentir-se fracassado pela sobrecarga e não cumprimento dos prazos.

9 – Termine o que começou. Sempre que interrompe algo, requer mais tempo nos recomeços. Concuir trabalhos iniciados sempre que possível é um mode de evitar o retrabalho.

10 – O stress muitas vezes é gerado pela ansiedade de não ter realizado tudo que planejou, por exemplo. Assim, se você conclui o que começou, diminui a probalidade de entrar neste furacão de emoções de não realização que o (a) conduz à fadiga. Assim, evite deixar para manhã o que pode ser feito hoje.

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Fonte: Globo Online

 Todos os direitos reservados a Globo Online

Quer investir na bolsa?

setembro 6, 2009

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O mercado de ações deixou de ser um bicho-de-sete-cabeças. Diferentemente do que acontecia há alguns anos, hoje não está mais associado a grandes investidores e à idéia da perda de dinheiro. Apesar de ser uma aplicação sujeita a flutuações de rentabilidade, que depende de fatores como a política econômica internacional, por exemplo, é a modalidade financeira que ainda garante ganhos a longo prazo, com percentuais a partir de duas casas decimais.

Mas mesmo transmitindo segurança, é bom saber que, para investir despreocupadamente o primeiro passo é ter em mente que a ação está incorporada a um mercado de risco. E que é, sim, uma opção interessante – desde que não haja necessidade de resgatar a quantia investida no curto prazo. Os especialistas só divergem quanto ao tempo mínimo de permanência do dinheiro nas aplicações, que pode oscilar entre dois e cinco anos. Também não há um valor determinado para começar. Com apenas 100 reais no bolso é possível participar desse investimento.

A Bovespa é o palco onde todas as transações financeiras ocorrem. Lá, o frenesi acontece de segunda a sexta-feira (quem nunca assistiu a uma cena de um pregão pela televisão?). Tudo porque a instituição comercializa as ações ou os “ativos” das companhias estabelecidas no Brasil, que têm seu capital social aberto aos investidores. Para se ter uma idéia do volume de dinheiro envolvido, até o mês de setembro de 08  a Bovespa computou negócios na ordem de R$ 808,8 bilhões.

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Os clientes pessoa física tiveram participação expressiva nesse bolo e representaram 24,28% do total (algo em torno de 284.518 registros). O meio de campo entre eles e a instituição é feito pelas corretoras de valores credenciadas.

Antes de assinar um contrato com alguma delas, pesquise o histórico da corretora na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que, além do Banco Central, é a entidade subordinada ao Ministério da Fazenda responsável pela fiscalização e regulamentação desse mercado.

PASSO-A-PASSO

A principal dica dos analistas para quem deseja investir é exercitar a curiosidade e pesquisar bastante. Ler jornais, balancetes de empresas e acompanhar pela mídia o desempenho das ações ajuda na hora de aplicar. Segundo a assessora de investimentos da Gradual Corretora, Doraci Rodrigues Martins Julia, é essencial o acionista conhecer o histórico da companhia em que está investindo ou pretende aplicar (se é estável e economicamente saudável, por exemplo).

“Existem mais de 60 companhias de primeira linha na Bovespa, distribuídas por áreas de consumo”, explica Doraci. Há também as de liquidez um pouco menor, consideradas de segunda linha. “Por isso, o interessante é diversificar a carteira entre esses setores”, fala.

Outra dica da analista é, sempre que possível, investir valores regulares mensalmente na aquisição de ações. Sandra Blanco, da MulherInvest, explica que a rentabilidade está relacionada ao tempo de compra dos papéis. “A aquisição mensal de ações das mesmas empresas permite que o ganho final seja razoável”, confirma.

De forma geral, a lógica manda comprar no período de baixa e vender quando as ações estão em alta. O Índice Bovespa (IBovespa) é um bom termômetro do desempenho médio dos principais papéis negociados no país e serve como um indicador de “pontos” importante para orientar escolhas.

Mesmo assim, para quem tiver dúvidas, vale acompanhar a performance no ícone Informações do Pregão, no site www.bovespa.com.br.

APRENDIZADO

A gerente administrativa Francislaine Medeiros Ferderbar, 42 anos, de São Paulo, ingressou nesse mercado e não saiu mais. “Achava que era um setor fechado e para quem tinha muito dinheiro”, fala. “Meu marido, que é empresário, fez cursos sobre a área e começou a investir. Como acompanhei o processo, me livrei do preconceito e virei uma investidora”, conta. Há quatro meses, ampliou o leque de opções ao ingressar no Clube de Investimento Gradual Mulher.

TIPOS DE AÇÕES

As ações são de dois tipos: ordinária (ON) e preferencial (PN). A primeira permite ao investidor votar nas assembléias da empresa. A outra, como o nome faz supor, concede preferência ao acionista para receber resultados ou reembolso de capital – caso haja liquidação da empresa, mas há restrição de voto. É importante saber que, quando se adquire uma ação, você está comprando uma quota da empresa e se tornando seu sócio. A obtenção de resultados mais significativos está relacionada à opção por ações com maior liquidez, ou seja, que se transformam rapidamente em dinheiro. Por isso, é muito importante prestar atenção a fatores como o desempenho e a credibilidade da empresa. A única situação em que se pode perder tudo é no caso de falência. “Vale observar o histórico de rentabilidade das ações regularmente. Se as perdas superam 15%, aconselho resgatar a aplicação”, diz Sandra Blanco, da MulherInvest.

INVESTIMENTOS DE ACORDO COM SEU PERFIL

Caso queira aplicar na bolsa, você tem duas alternativas: a forma individual, mas por intermédio de uma corretora, ou em grupo (nesse caso, com os clubes de investimento ou fundo de ações). Veja as características dessas opções:

INDIVIDUAL


Conhecida como Home Broker, nessa modalidade você faz o contato por telefone com a corretora contratada ou realiza as operações pela internet ou por um canal direto. O desconto de IR é feito sempre que ocorrer ganho, independentemente de haver resgate. Se o valor de venda das ações mensalmente atingir R$ 20 mil, está isento de IR. Acima disso, o percentual é de 15%. O serviço das corretoras também é cobrado e pode variar entre 0,5% a 2,0%. Paga-se ainda uma quantia de até R$ 25,21. Além desses valores, há uma taxa entre 0,025% e 0,035% , cobrada pela Bovespa sobre a aplicação (dependendo do tipo de investimento) e outra de custódia, que representa o custo da guarda das ações. Nesse caso, varia mensalmente de acordo com a corretora.

CLUBE DE INVESTIMENTO (Em Grupo)


É a modalidade com, no mínimo, três pessoas e o máximo de 150. É criado por intermédio de uma corretora, que seja membro da Bovespa. Para evitar prejuízos ou monopólio, o limite de quotas é de 40% da carteira. O valor mínimo a ser aplicado é estipulado pelo estatuto. Um representante é nomeado para intermediar as negociações entre a corretora e os participantes. Nos clubes, o IR é pago no resgate da aplicação. As taxas de corretagem variam de 2% a 6% sobre a rentabilidade.

FUNDOS DE INVESTIMENTOS OU DE AÇÕES (Em Grupo)


São papéis que podem estar sob a administração de uma corretora, de uma instituição financeira ou de um gestor cadastrado na Comissão de Valores Mobiliários. A escolha das ações cabe estritamente ao administrador. O investidor só tem direito ao rendimento . As taxas administrativas também variam de 2% a 6% sobre a rentabilidade obtida.

Na dúvida, consulte:

CBLC – http://www.cblc.com.br
CVM – http://www.cvm.gov.br
Banco Central – www.bcb.gov.br

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Retirado do site: http://acessando.org/index.php/20081023671/Diversos/Aprenda-a-investir-na-bolsa-de-valores.html

Michael Jackson precisou morrer para ressuscitar?

julho 6, 2009

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O assunto do momento é Michael Jackson. Na internet podemos notar  que a cada hora, milhares de sites noticiam algo novo sobre o Rei do Pop, no Youtube.com videos com cenas do Rei quebram recordes de audiência, usúarios “produtores” criam videos em homenagem ao idolo. Na televisão, em telejornais, em jornais impressos e em outros veiculos de informação o assunto que reina é sobre a morte de Michael Jackson.

Com toda essa repercusão, eu me perguntei:  Michael Jackson morreu ou “ressuscitou”? Michael precisou morrer pra ‘Ressuscitar’?

Em morte, Michael Jackson tem aproveitado uma renascença comercial que ele tentou por anos sem conseguir. O “rei do pop”,  ocupou os primeiros 15 lugares no site de vendas online Amazon.com, em venda de álbuns em questão de horas. Nas primeiras 24 horas após a morte do cantor, foi vendida a mesma quantidade de álbuns que já haviam sido comercializados nos últimos 11 anos.

O Top1 de disco mais vendidos, como se poderia esperar, foi a reedição do 25o aniversário de “Thriller”, de 1982, disco mais vendido da história, com cerca de 50 milhões de cópias no mundo todo. Três diferentes versões de “Thriller” ocuparam as posições 12, 13 e 14.

A gravadora de Michael Jackson, Sony Music, disse que ele vendeu cerca de 750 milhões de álbuns ao redor do mundo, e ocupou13 vezes no número 1 da paradas com seus singles.

Os CDs de Michael venderam 80 vezes mais após o falecimento, segundo a rede de música HMV.

Não digo que o “Rei do Pop” estava mal a que se diz respeito a vendas antes de sua morte. Os números de venda de discos já eram de assustar pelo sempre presente sucesso, mas a surpresa é a evolução de procura por materiais do artista após a sua morte.

Elvis Presley e John Lennon também morreram mas a evolução de vendas de discos após as devidas mortes não chegaram a aumentar nessas devidas proporções.

Michael Jackson tomou conta da web, da televisão, do mundo as noticias de modo geral, deixando em segundo plano assuntos que estavam em alta antes de sua morte como a situação política no Irã, o governo de Obama nos Estados Unidos, a morte de McNamara ex-secretário de defesa dos EUA, dentre outras noticias.

Michael Jackson estava em situação de falência, iria fazer um leilão para arrecadar uma quantia necessária para pagar suas dividas, pois é, é meio estranho, mas agora que Jackson morreu, ficará mais facil pagar as suas dívidas. Mesmo depois de sua morte, Michael continuará gerando muito lucro, além da venda de discos, a execução de suas músicas, deve render uma grande para sua mãe e seus três filhos.

Pensa que só a mãe e os filhos irão render com isso? Pois é, além da familia outras pessoas poderam render com isso, bilhetes da tour comprados antes de sua morte estam sendo leiloados, como objetos de recordação do cantor, ingressos para o seu velório também são usados como peça em leilões online, os preços chegariam até US$ 15 mil.

Termino essa matéria com a indagação:

“Michael Jackson precisou morrer para ressuscitar?”